Neste mês de janeiro, registrou-se o maior volume de procura de testes desde março de 2020, quando foi declarada a pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em comparação com dezembro de 2021, o volume de procura sobre o teste mais que dobrou neste mês, com alta de 110%.
 
De um mês para outro, também cresceram em 240% as buscas sobre testes rápidos de Covid-19.
O recente aumento de casos da doença no país, naturalmente leva à maior procura por realização de testes não só pela covid-19, mas também pelo vírus influenza A.
 
E os dados mais recentes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), de terça-feira (11/1), mostram que o Brasil voltou a patamares de julho de 2021 nos indicadores de novos casos diários de Covid e da média diária de casos dos últimos sete dias. Ou seja, o país se aproxima de uma situação de volume de infecções semelhantes à quando começava a sair da pior fase da pandemia, em meados do ano passado.
 
Especialistas têm apontado que o avanço da vacinação tem se mostrado essencial para evitar mais casos graves da doença.
Vale lembrar que os testes estão escassos em várias partes do país, tanto na rede privada e ainda mais na rede pública. É uma novidade diante do avanço da Ômicron, mas não na pandemia como um todo, já que especialistas sempre apontaram a testagem no Brasil como problemática e insuficiente.
 
Basicamente, existem duas situações que pedem a realização de um exame para diagnosticar ou descartar a covid-19:
A primeira delas é quando você está com um ou mais dos sintomas típicos da doença, que podem ser conferidos na lista abaixo:
Febre;
Tosse;
Cansaço;
Perda de paladar ou olfato;
Dor de garganta;
Dor de cabeça;
Dor no corpo;
Diarreia;
Irritação na pele ou nos olhos.
 
A segunda é quando você teve contato próximo com alguém que está com suspeita ou já recebeu o diagnóstico de Covid-19.
 
Se você apresenta os sintomas típicos de Covid, o ideal é ficar em isolamento, mesmo antes de ter feito o teste, ou caso não consiga realizar o exame por falta de disponibilidade.
 
Ao evitar o contato com outras pessoas, você diminui o risco de passar o vírus adiante e criar novas cadeias de transmissão entre seus contatos próximos.
 
Após o exame, as recomendações sobre o que fazer vão depender muito do resultado.
 
Se for negativo (ou seja, você não está com Covid-19), é possível retomar as atividades, seguindo os cuidados básicos, como usar máscaras, evitar aglomerações e tomar a vacina (caso ainda não tenha completado o esquema de duas ou três doses).
 
Esse cuidado deve ser ainda maior se os sintomas sugestivos de infecções respiratórias continuarem. Além do risco de falso negativo, existe ainda a probabilidade de você estar com gripe, outra doença que está em alta em algumas regiões do Brasil e também pode ser bem grave.
 
Logo, a medida que deve ser usada indiscriminadamente é: só saia de casa se for necessário e faça uso do protocolo sanitário além de vacinar-se. Nada de reuniões, festas particulares.
 
Agora, se o resultado for positivo mesmo (o que significa que você está com Covid-19), é preciso lançar mão de outras medidas que protegem sua própria saúde e a de todos ao redor: Além do isolamento, é importante avisar os contatos próximos, monitorar os sintomas, repousar, caprichar na hidratação e buscar um hospital se os incômodos piorarem.
No caso do contato com alguém cuja infecção foi confirmada, a recomendação é fazer testes de três a cinco dias após esse contato.
 
Não é recomendável realizar o teste imediatamente. Há uma limitação porque tem um tempo até que o vírus entre nas nossas células e comece a se reproduzir, e isso demora em torno de três dias.
 
Então, como se observa, a medida mais segura no momento é evitar aglomeração, uso de máscaras, seguir o protocolo sanitário e vacinar-se.
 
Atualmente, temos vacinas contra a Covid-19 com eficácia comprovada cientificamente, e a consciência da população sobre a importância da vacinação é crucial para a proteção da saúde de todos.
 
Muito tem sido feito pela Administração Pública Municipal: compra de vacinas, testes, campanhas explicativas, monitoramento do avanço de casos de contágio na cidade pelo Comitê criado pelo Executivo Municipal para o enfrentamento da disseminação do Covid, e decretos regulamentado situação vivenciada, sem falar na atuação da Secretaria da Saúde Municipal dando todo suporte para a população.
 
Prontamente, afim de tutelar e proteger a vida e o interesse coletivo da População, o Executivo Municipal editou o Decreto Municipal, vedando aglomeração e realização de festas e eventos, sendo, inclusive, pioneiro na região, nessa medida restritiva e protetiva.
 
Frise-se que o Município tem acompanhado diariamente o panorama mundial, as recomendações da OMS, do Governo Federal e Estadual. E, ainda, que o Estado tenha limitado a realização de eventos, a Administração Pública Municipal proibiu terminantemente a realização de qualquer evento independentemente de quantidade de participantes, mostrando, assim, a preocupação com a saúde pública, com a vida da população Quadrense.
 
O referido Decreto estipulou 15 dias de proibição de realização de eventos, sendo estipulado que a sua prorrogação ou revogação estaria atrelado ao boletim epidemiológico da região, em havendo aumento de casos, seria prorrogada a medida preventiva de contágio.
 
Como a Administração Pública Municipal vem acompanhando os boletins epidemiológicos emitidos pela Saúde e pela Vigilância Sanitária, órgãos do Executivo Municipal muito atuantes no combate ao contágio da disseminação do Coronavírus, e sendo sinalizado em reuniões realizadas semanalmente no Paço Municipal, o aumento de casos, a Administração Pública prorrogou a medida como forma de conter o contágio da doença proibindo aglomeração de qualquer natureza e pede para a População que faça a sua parte, também.
 
Logo, as medidas que se impõe neste momento são: Não aglomerar, usar máscaras, lavar as mãos, usar álcool em gel para assepsia e se não for possível lavá-las com água e sabão, além de manter o distanciamento social e priorizar a vacinação contra a Covid-19.
NOTA EXPLICATIVA – ENFRENTAMENTO À COVID-19 EM QUADRA